by andrecardoso on 06/2/2012

I’ve been using GimmeBar since it was launched. And I have to say that: it has been impressing me from the very first day, really, from the registration form to the authentication flow, from the first page grabbed to the first automatic-delivery-backup-to-drop-box of my instagram pics. They’ve made a strong product, even though they are just a one year old startup, these guys rocks.   

I was looking for something to help me organize screenshots of user interface patterns, but no product out there filled my personal requirements. Pinterest has a innate social model, and it’s more about curation around topics for the community and consuming content in a structured manner than something to keep for myself. Spool, an Instapaper with steroids, is awesome to collect media and consume later, but still don’t fit my needs because it wasn’t made to organize collections. Flickr is powerful but, to be honest, it’s outdated. 

I needed something easy to mantain, easy to consume, something that become part of my daily routine without to much effort, something that could be both public and private, when I want, something that just works.

Then I found GimmeBar, a simple personal board for everything, created by a Brooklyn based startup. This product lets you extract both snippets, like a video or a tweet, and also complete screenshots from a webpage quickly through a bookmarklet placed on your browser. You just press the buttom, chose between the public firehose and private stash, give it a description, hashtags and also add collections if you want and push! Then the content will be available directly on your board, pictorially organized, easy to recover. Plus, they delivery an automatic backup from webapps like delicious and instagram to your dropbox.

I use it to organize UI patterns, and it’s definetely my primary use case, but not the only one. Now and then I spent some time going through new shots collected by friends and the public collections from others. For that, they offer a tab called ‘Discovery’, which bothers me, because features like: “notable collections”, “new from friends”, “people you know” and “stellar people” are also about “Discovery” and they are not hierarchically beneath that label, and doesn’t need to be. But it’s not a major issue, the whole user experience is actually great.

I strongly recommend it if you want to keep content to inspire yourself, to curate any kind of content, to collect material for a research, to make wishlists, to save bookmarks, or whatever. Try it now: gimmebar.com

UK Mobile Stats

by andrecardoso on 10/1/2012

Global SmartPhones Shipments in Q2, 2011: Android 46%, followed by iOS 20%, Symbian 16%, BlackBerry 13% and Others 5%. (source)

While Android is the top mobile platform in United States by far, iOS beats Google’s Android in UK mobile market - 42.8% vs. 35% (source)

Almost half of UK internet users are going online via mobile phone data connections. (source)

A third of mobile internet users browse in conjuction with TV, most are male and under 35. It’s an oportunity for companion apps and combined advertising. (source)

In the UK, 46% of mobile internet browsers use their mobile phone whilst also using their desktop computers. (source)

Facebook dominates UK mobile engagement (source)

by andrecardoso on 03/1/2012

Anatomy of a Design Decision - Jared Spool

How does we decide which are the best approach for a problem? When do you know which is time to go out and make a field research before proceed on a project? How do you consider inputs from stakeholders and usability research outputs? Should I focus on users or just keep designing for myself until I get satisfied with it? A great design is a consequence of high quality decisions. On this presentation Jared go through the decision making process of great designers and demystify the different styles of design decisions: unintentional, self, genius, activity focused and experience focused design.

You will see that depending on the situation one style works best than another, for example if you’re designing a product for a domain you’ve never worked before, the best approach must be apply a activity focused design, identifying users and their activities. On the other hand if you’re designing a product for a domain which you’ve previously learned what users needs are, so the genius design style should fits better.

Above all the most important is make informed design decisions and avoid rule based decisions that relies on unquestioned faith independent of any support evidence.

Apple, Google e Amazon e o mercado de cloud storage de musica

by andrecardoso on 27/4/2011

Apple e Google, vão entrar no mercado de streaming de musica, permitindo armazenar suas faixas em um servidor remoto e acessá-las de qualquer dispositivo com conexão a internet. A Apple, que domina o mercado de musica online americano, já fechou contrato com a gravadora Warner e esta investindo pesado em infra estrutura para o serviço.

O Google, que já mostrou interesse nesse mercado desde o ano passado, está considerando fazer parcerias com serviços já estabelecidos, ao invés de lançar seu próprio serviço.

Recentemente a Amazon saiu na frente com o CloudDrive, um “music locker” que dá direito a armazenar 5 gigabytes, gratuitos, por usuário. Quando você comprar (US only) uma musica na Amazon Store, ela será armazenada, automaticamente, no seu CloudDrive. Além disso você pode “subir” manualmente sua biblioteca de musica local para a cloud e ouvir posteriormente via CloudPlayer, um player proprietario da empresa.

O serviço foi lançado sem o envolvimento das gravadoras e logo recebeu acusações sobre o licenciamento das musicas. Para a Amazon estas acusações não são relevantes, e alegam que o storage é para o uso particular do usuario e que não existem questões legais que impeçam o serviço de funcionar.

No lugar de adotar uma postura defensiva em relação a novas formas de compartilhamento social e de distribuição, em tempos de internet pervasiva, as majors deveriam abraçar o livre fluxo de conteúdo contemporaneo, e não bate-lo, na hora de estabelecer um - novo - modelo economico para a industria do entretenimento. 

Weekly Dose: Skillshare, The Social Network 2, Facebook Lifecycle

by andrecardoso on 13/4/2011


Skillshare. Democratizar o ensino. Esta é a missão do Skillshare, uma plataforma de comunidade que habilita pessoas com skills e talentos especiais a compartilhar conhecimento com o mundo. As aulas oferecidas até agora vão de Game Mechanics for Social Apps a The Art of the Approach (ah?) e variam de $10 a $40 por aluno. Michael Karnjanaprakorn, ex-product lead da HotPotato (comprada pelo Facebook no ano passado) é o co-fundador da startup. A aposta do negócio está no desenvolvimento da plataforma e no long tail dos temas das aulas: aulas curtas focadas em assuntos específicos práticos, para poucas pessoas, a um preço acessível. A mesma lógica do Etsy, sendo que no lugar de produtos artenais, o Skillshare suporta a comercialização de conhecimento.

The Social Network 2. Depois de os gêmeos Winklevoss perderem no tribunal e o processo de acusação ter chegado ao fim, Paul Ceglia volta a mídia reivindicando 50% do Facebook, alegando que tem provas de que emprestou $1000 ao Mark Zuckerberg para lançar o site. “Todo mundo que pagou um copo de café em Harvard para o Mark vai agora reivindicar uma parte do Facebook”- ZDnet.

Facebook lifecycle. Com os bilhões de dolares investidos pelo banco Goldman Sachs e pela General Atlantic, agora o Facebook que só tem 6 anos de vida, está avaliado em 65 bilhões de dolares. Um artigo publicado no 52weeksofUX ha algumas semanas, questiona a perenidade do site: Is Facebook temporary? Douglas Rushkoff, jornalista citado no post, acha que estes são indicadores de que o Facebook atingiu o seu zenith e estamos prestes a assistir o seu declínio. Que social media é temporária, assim como uma boate ou uma festa, todo mundo sabe, vide o crescimento e a queda de gigantes como ICQ, Friendster, Orkut, MySpace. São as pessoas que importam, e não o local. No entanto, na minha opinião, não da para ignorar o fato de que o Facebook tem pra lá de 500 milhões de usuários, representa 1 a cada 4 pageviews americanos e de que o site tem o maior indice de tempo online por usuário dos US. Com uma quantidade de par de olhos assim grudados o dia todo na ferramenta, o Facebook esta se tornando “o” lugar para impressão de ads. Redes sociais nichadas, como o Path e o Instagram não são de fato ameaças, muito pelo contrário, são companion networks para o Facebook e, praticamente, dependem da sua existencia. Como ainda não existem alternativas com potencial de adesão, o Facebook segue como o imparável Fanático (juggernaut, no original).

by andrecardoso on 03/4/2011

by andrecardoso on 04/2/2011

No ínicio desta semana o Google acusou o Bing de estar roubando seus resultados de busca. Para provar a hipótese, o Google criou 100 queries sintéticas (ex.: delhipublicschool40 chdjob) e determinou, arbitráriamente, o top resultado para cada uma delas.

Durante dois meses, vinte engenheiros do Google utilizaram o Internet Explorer 8 com a Barra de ferramentas do Bing instalada e a opção de “suggested sites” marcada. Neste período, os engenheiros realizaram buscas pelas queries sintéticas na página do Google através do navegador da Microsoft.

Em algumas semanas o Bing, misteriosamente, começou a mostrar o mesmo top resultado para as queries sintéticas criadas pelo Google. (oO)

A Microsoft respondeu argumentando que usam aproximadamente 1000 critérios diferentes para determinar seus resultados orgânicos e, que o google é apenas um dos sinais considerados para determinar o ranking das páginas do Bing.

Na Farsight 2011, roundtable sobre busca realizado no dia 1 em San Francisco, Harry Shum, Corporate VP do Bing, vai além, dizendo que usam apenas as informações dos usuários que optaram por compartilha-las com a Microsoft (opt-in) e que estas informações são utilizadas apenas para aprender sobre como as pessoas estão buscando e com isso melhorar a experiencia de uso do buscador através da inteligencia coletiva. Pois, de certo modo, sabendo quais queries foram executadas e qual página tem a maior incidência de cliques, eles podem usar estes dados para aprimorar o ranking dos resultados mais relevantes.

A íntegra da conferência está no vídeo à cima e tem mais ou menos 40 minutos. Além do Harry, estavam Matt Cuts, webspam team head do Google e Rich Skrenta, CEO do buscador Blekko.

by andrecardoso on 16/9/2010

TedTalk do Hans Rolling, estatístico da GapMinder, sobre previsões do crescimento populacional até 2050.  

Como a proposta do Google/Virizon poderia “matar” a internet em 5 anos

by andrecardoso on 12/8/2010

No acalorado debate sobre regulamentação da internet e a neutralidade da rede, o Google e a Virizon, empresa de telecom norte americana, pretendem transformar a internet em um meio pay-to-play. Este artigo da io9 investiga os efeitos negativos da proposta:

http://io9.com/5610328/how-the-googleverizon-proposal-could-kill-the-internet-in-5-years

(fonte: i09.com)

by andrecardoso on 09/8/2010

How The Internet Workshttp://digg.makeuseof.com.s3.amazonaws.com/internet_infographic-smaller.png

How The Internet Works
http://digg.makeuseof.com.s3.amazonaws.com/internet_infographic-smaller.png